Evolução - A religião Impossível

Muitos dizem ou admitem que talvez foi "Deus" quem mandou vida do espaço, mas quem ou o que é "Deus"?
Disse o eminente astrônomo britânico Sir Alfred Hoyle: “Mesmo que o universo inteiro fosse constituído de sopa orgânica” da qual a vida é feita, as chances de produzir as enzimas básicas da vida por processos aleatórios ou incertos sem direção inteligente seria aproximadamente uma em 10 seguido de 40 mil zeros.”
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A verdade é que a evolução é matematicamente impossível, e esse fato pode ser facilmente provado. Então porque essa teoria persiste? Ela devia ter sido abandonada há muito tempo! Hoyle acusa os evolucionistas de agir em interesse próprio, de exercer pressões injustas, de desonestidade para manter sua teoria viva, e de proibir a única alternativa, a criação divina, de ser ouvida. Disse ele: Essa situação [impossibilidade matemática] é bem conhecida por estudiosos da genética, mas ninguém parece dar o tiro de misericórdia nessa teoria…
A maioria dos cientistas ainda aceita o darwinismo* por causa de sua popularidade no sistema educacional…Ou você aceita os conceitos, ou taxadoevoluçãotheologia de herege.

*Teoria de Charles Darwin que estabelece a origem das espécies por meio da seleção natural; na luta pela sobrevivência, as espécies menos adaptadas tendem ao desaparecimento. É dito que nos seres vivos acorre “mutação” de acordo com o tempo e necessidade.

Evolução ou Criação: Acaso ou Deus?

Muitos dizem ou admitem que talvez foi “Deus” quem mandou vida do espaço, mas quem ou o que é “Deus”? Essa questão não pode ser respondida pela ciência. Infelizmente, os popularizadores da ciência convenceram nossa geração de que a ciência dará finalmente a resposta a todas as perguntas. Esse é o engano que os maiores cientistas do mundo denunciaram há muito tempo, mas quase ninguém ouve. Sir Arthur Eddington escreveu que “o ´dever´ [moralidade] nos leva além da química e física. O ganhador do prêmio Nobel Erwin Schoroedinger, que teve um papel importante em dar ao mundo a nova física de hoje, lembra:
“A [ciência] é terrivelmente silenciosa sobre tudo…que está bem perto do coração, que realmente nos interessa…[Ela] não sabe nada do belo e do feio, bem ou mal, Deus e eternidade…
De onde vim e para onde vou? Essa é a grande pergunta sem resposta , a mesma para todos nós. A ciência não tem resposta para isso.

Em Chance and Necessity (Acaso ou Necessidade), o biólogo molecular Jacques Monod, premiado com o Nobel, dá uma dúzia ou mais razões sobre a total impossibilidade de ocorrência da EVOLUÇÃO. Ele explica, por exemplo, que a característica essencial do DNA é sua perfeita reprodução de si mesmo; essa evolução só poderia ocorrer através de um erro nessa operação; e que é um absurdo imaginar o desenvolvimento de uma única célula, muito menos do cérebro humano, a partir de uma série de erros aleatórios (eventual, fortuito, incerto) e prejudiciais ao mecanismo do DNA.

As Consequências Irracionais

Se a evolução, e não Deus, é responsável pela nossa existência, então devemos fechar todos os hospitais, postos médicos e ambulatórios e deixar os fracos morrerem naturalmente. Prolongar medicamente a vida das pessoas com defeitos ou doenças genéticas permite que tais pessoas passem defeitos a outras gerações subsequentes e que, assim, enfraqueçam a raça e minem a sobrevivência dos mais fortes. Temos que parar de procurar a cura para a AIDS e deixar que suas vítimas morram.

Já que a AIDS é em grande parte uma doença homossexual, só se pode concluir que é a maneira da natureza eliminar aqueles que praticam o que é, sem dúvida, sexo improdutivo e artificial. O quanto antes aqueles com deficiências morrerem, melhor para a nossa espécie. Essa é a maneira como a evolução funciona!

Se parece duro acabar com toda a assistência para os doentes para que os mais fortes sobrevivam, então culpe a natureza (essa é sua maneira); e culpe a teoria da evolução (é assim que supostamente funciona). A natureza não tem moral nem compaixão, mas simplesmente envolve um processo implacável, rígido, inflexível e inexorável.

Seres humanos porém, tem compaixão dos fracos, dos doentes e dos moribundos; eles se sentem constrangidos a ajudar os desamparados mesmo quando isso lhes causa prejuízo. Esse fato não pode ser explicado pela evolução.

Ele prova que o homem foi criado por um Criador pessoal, amoroso e gracioso, que nos deu a capacidade de ter compaixão (pesar que nos causa o mal alheio; comiseração, pena, piedade). Certamente a lei da selva, de unhas e dentes, da sobrevivência do mais forte, jamais nos levaria a ter compaixão dos outros. Se a natureza é deus, então deixemos a natureza atuar sem qualquer interferência humana. Não há mais nada natural que doença, dor, morte, e aquelas calamidades conhecidas como “desastres naturais” (furacões, terremotos, raios, seca, e fome, por exemplo).

Gaia, a mãe natureza, é tudo, menos bondosa. A tentativa dos evolucionistas de ter as duas coisas ao mesmo tempo – negar um Criador pessoal e ao mesmo tempo insistir em moral e compaixão que não podem vir da natureza – revela a mentira que é ensinada como fato em nossas instituições educacionais.

Não se pode acreditar na evolução e na preservação ecológica das espécies e dos hábitats ao mesmo tempo. Se a evolução é um fato, então qualquer coisa que o homem, como produto desse processo, fizer é natural. Se ele, como resultado de uma evolução de seu cérebro e sistemas nervoso e psíquico, conseguir destruir a terra num holocausto nuclear ou em algum desastre ecológico, então isso deve ser aceito como progresso no panorama amplo do universo em evolução, já que foi realizado pela evolução.

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